Procissão de Nossa Senhora das Dores
Procissões são manifestações da fé cristã que acontecem em diversos momentos. Na própria celebração eucarística há procissões significativas: a de Entrada, a do Evangelho, a do Ofertório, da Comunhão e outras, essas dentro do templo. Mas há também as que visitam as ruas, casas, estradas e caminhos. Essas procissões têm uma organização própria, sempre reconhecendo os dons recebidos e a necessidade de dar graças por isso, glorificando a Deus.
Ao longo do ano há procissões significativas como a de Ramos, Corpus Christi, Círio de Nazaré e Sexta-feira Santa. Há também as de Maria em suas denominações, as dos santos de cada região, as de velas e as peregrinações; mas em todas elas a centralidade é sempre Jesus Cristo, cuja cruz sempre está presente em todos os momentos.
Durante o caminhar para a Páscoa as comunidades organizam a Procissão do Senhor dos Passos, orando e meditando Seus passos no caminho da nossa conversão e também a de Nossa Senhora das Dores, que é venerada por ser a mãe que vê seu Filho ser crucificado. A devoção à “Mater Dolorosa” teve início em 1221 na Germânia e deve seu nome às Sete Dores da Virgem Maria. Ela é representada sendo ferida por sete espadas no seu coração (ou somente uma simbolizando a Paixão e Morte de seu Filho), ou então segurando Jesus morto nos braços (Pietà).
A Paróquia Jesus Eucaristia organizou a Procissão de Nossa Senhora das Dores, que saiu do Templo após a Santa Missa presidida pelo Pároco, Pe. Charles Fernando Gomes, auxiliado pelo Diác. Hélio Pereira Machado Júnior, parando em sete lugares determinados para leituras e orações sobre o tema “As sete dores de Maria” terminando no calçadão do setor oeste do Estádio Engenhão, para orarmos e meditarmos a dor da Paixão de Jesus. Na sequência voltamos ao Templo onde a imagem ficou exposta para veneração.
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